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Foi um sucesso o 20º Congresso da Confederação das Associações
Comerciais e Empresariais do Brasil(CACB), encerrado em Gramado, no
último dia 19 de junho. O Rio Grande do Norte participou do evento
com uma delegação de 12 pessoas, entre diretores e colaboradores.
Pela primeira vez a FACERN levou para o Congresso cinco consultoras
do programa Empreender que atuam nos municípios de Assu, Apodi,
Mossoró, Caicó e Natal. Elas tiveram a oportunidade de conhecer
detalhes do programa executado por outras federações do país.
A troca de
experiência e os conhecimentos adquiridos servirão de motivação para
ampliar o programa Empreender no RN. Participaram do evento o
presidente da ACRN, Sérgio Freire, o vice Itamar Maciel, o 2º
secretário Milley Serrano, o coordenador do projeto Empreender
Clauber Araújo e a Secretária Executiva Vilany Freitas, além das
consultoras Rivânia Oliveira (Assu), Islânia Melo(Caicó), Mariana
Antas (Natal), Cleide Regina (Apodi) e Amanda Assunção (Mossoró).
Focados nos
“Caminhos para o Crescimento”, mais de 800 empresários, líderes
empresariais e presidentes de Federações e Associações Comerciais de
todo o País discutiram o atual momento econômico e as possibilidades
de crescimento diante de um novo governo. As pequenas empresas
tiveram destaque especial no Congresso. Vários painéis com os
presidentes do Sebrae, Paulo Okamotto; da Frente Parlamentar Mista
da Micro e Pequena Empresa, deputado federal Cláudio Vignatti
(PT-SC); da Frente Parlamentar do Comércio Varejista, Guilherme
Campos (DEM-SP), além do diretor de Micro e Pequenas Empresas do
Banco do Brasil, Ary Joel Lazarin, debateram "Os Caminhos para o
Crescimento das Micro e Pequenas Empresas".
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As entidades filiadas à Confederação das Associações Comerciais e
Empresariais do Brasil, reunidas no seu 20º Congresso, e à Federação
das Associações Comerciais e de Serviços do Rio Grande do Sul, em
seu 8º Congresso, vêm a público manifestar posição sobre o momento
em que vive o País, os caminhos para o desenvolvimento e o
crescimento sustentável da nação. Vivemos um período auspicioso da
economia brasileira, com o PIB crescendo no 1º trimestre do ano a
uma taxa anualizada de 11,2% e com perspectivas de termos em 2010, o
maior crescimento econômico em 25 anos! A rápida recuperação
econômica brasileira da crise financeira internacional é fruto, em
boa parte, de medidas fiscais, entre elas a redução de impostos.
Chegou a hora de deixarmos de ser o País do futuro, para
consolidarmos a posição de uma grande potência econômica do
presente. E para isso, não podemos desperdiçar esse momento. É
preciso avançar, dar o salto necessário para um ciclo de
desenvolvimento sólido e sustentável, implementando a agenda de
mudanças que o País ainda precisa fazer:
- Reduzir os gastos públicos, que na esfera federal só no primeiro
quadrimestre desse ano cresceram 18% em relação ao mesmo período do
ano passado, ameaçando a saúde fiscal do setor público federal e por
extensão a própria sociedade, que poderá ser penalizada para
sustentar com o seu trabalho e sua renda esse desequilíbrio.
- Atingindo o equilíbrio fiscal, será possível diminuir a taxa de
juros, que atualmente é a maior do mundo, e que se constitui em um
dos maiores entraves ao crescimento econômico do País.
- Direcionar os investimentos públicos com prioridade absoluta para
a recuperação da infraestrutura do País, que hoje é um dos grandes
gargalos para o nosso crescimento econômico. A iniciativa privada
deve ter espaços para ser mais atuante nos investimentos em
infraestrutura, e o País deve apostar ainda mais nas parcerias
público privadas como um instrumento estratégico para esse desafio.
- Diminuir a carga tributária, que já ultrapassa 35% do Produto
Interno Bruto e é a maior entre os países em desenvolvimento. Menos
imposto significa mais emprego, renda e possibilidades de
desenvolvimento que a médio prazo podem inclusive aumentar a
capacidade de arrecadação do setor público.
- Para atingir essas metas, propomos a elaboração de uma lei de
responsabilidade econômica e social, que determinaria que um
percentual fixo sobre o aumento real da arrecadação do governo
federal seja destinado ao aumento dos investimentos em
infraestrutura e a redução linear da carga tributária.
- Completar as reformas previdenciária e administrativa, e realizar
as reformas fiscal e tributária, política e eleitoral e modernizar a
legislação trabalhista. Essas são medidas estruturais, com efeitos
de médio e longo prazo, indispensáveis para um país moderno e uma
economia plenamente desenvolvida, que gere emprego e renda para cada
vez mais brasileiros.
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A FACERN, Federação das Associações Comerciais do Rio Grande do
Norte, assinou, em Gramado, RS, dois protocolos de intenções com a
CACB(Confereção das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil)
que irão beneficiar os núcleos de automecânica e de salões de beleza
do programa Empreender, em funcionamento no estado. Serão mais de R$
500 mil reais que serão aplicados nas áreas de mídia, inovação,
tecnologias dos núcleos setoriais beneficiados. Os projetos foram
elaborados pela FACERN e foram aprovados sem restrições.
A assinatura do
protocolo de intenções com a CACB, aconteceu durante o 20º Congresso
da CACB. O diretor do Empreender, Itamar Maciel, assinou o protocolo
em nome da FACERN e recebeu do presidente da CACB, José Paulo
Dornelles Cairoli, a garantia de que os recursos serão repassados
nos próximos dois anos.” Estamos muito satisfeitos com a provação
dos dois projetos apresentados.Eles irão abrir novos horizontes para
os dois núcleos contemplados. Essa foi uma vitória da FACERN",
declarou Itamar Maciel.
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